Como é lindo ver que algumas pessoas estão atentas ao que tem sido feito com as crianças numa sociedade em que colocar vídeos e vídeos de aniversário nas redes sociais tornou-se competição egoica entre pais!
Em que crianças se tornam artigo de investimento a ser recuperado na velhice - é o medo do asilo, ou o medo da solidão?
Se continuarmos a trocar nossas relações com os humanos reais, por reles 204 caracteres numa tela de computador que, por sinal, ocupam um tempo que poderia ser dedicado ao ócio criativo ou à auto-observação. O que será de nós mesmos? O que será de nós como coletivo? Que criatividade se espera num espaço em que todos estão e ninguém está ao mesmo tempo?
OK! Essa é a ideia da atemporalidade da internet, mas e os sujeitos? E as relações? E as trocas de ideias, e os argumentos, e as discussões, e o entrar em consenso. Sair da síncrese e ir para a síntese... Poxa! Onde estão os dissensos qualificados????
Isso é a sociedade do espetáculo? Então não quero fazer parte!
Enfim, a matéria que saiu na folha: Caprichos de adultos...
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/1002879-caprichos-de-adultos.shtml
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Nasceu uma dissertação
Pari...
É menina, o nome é Dissertação...
O sobrenome mais complicado porque tive que resumir toda a árvore genealógica de vários avôs e avós em umas poucas palavras. De Freud a Vigotski, de Marx e Engels a Vitor Paro, de Pistrak a Saviani. de Facci e Moraes: Trabalho docente: crítica à perspectiva neoliberal.
Não tem pai, é fato, mas não significa qualquer problema de estrutural cognitiva ou moral...rs...
O parto foi difícil, doeu muito. Custou-me uma inflamação na coluna e dores nas mãos. Motivos variados para chorar. Custou-me deterioração celular devido ao tempo de isolamento, afastamento de algumas pessoas queridas. Mas estou feliz, ainda sem entender muito o porquê e achando um tanto estranho por continuar a mesma... Só com umas dúvidas a mais na cabeça e uma pilha de papel em espiral.
Minha filha só sai oficialmente do hospital para casa depois do dia 30 de novembro a tarde. É que essa é a data da banca. Até lá, fico na ansiedade do preparo da apresentação, releituras prevendo o que poderia ter sido melhor escrito ou aprofundado.
Mas depois de casa, ainda vai ter mais um momento para dar uma geral, melhorar o aspecto para só então, registrá-la em cartório enviando fotos dela para vários bancos de dados... Mas para isso, ainda há tempo... Novamente o tempo.
Ah! Lembrando de motivos para ficar feliz: aproximei-me de pessoas especiais; conheci outra espetaculares; mesmo com as dúvidas, tenho outras ideias a mais. E, o melhor de tudo, saudade da sala de aula!
O legal é que isso é um na item lista "branca" que tenho guardada. Tem um monte de coisas por lá... e tem umas que nem me animam mais... Posso até acrescentar outras. Sempre tem espaço. Só tem é que dar tempo.
Uma carinha sorridente escrevi ao lado da expressão "mestrado em educação" - não escrevi doutorado em educação, mas esse é no ano que vem! Mas daí, é outra história.
É menina, o nome é Dissertação...
O sobrenome mais complicado porque tive que resumir toda a árvore genealógica de vários avôs e avós em umas poucas palavras. De Freud a Vigotski, de Marx e Engels a Vitor Paro, de Pistrak a Saviani. de Facci e Moraes: Trabalho docente: crítica à perspectiva neoliberal.
Não tem pai, é fato, mas não significa qualquer problema de estrutural cognitiva ou moral...rs...
O parto foi difícil, doeu muito. Custou-me uma inflamação na coluna e dores nas mãos. Motivos variados para chorar. Custou-me deterioração celular devido ao tempo de isolamento, afastamento de algumas pessoas queridas. Mas estou feliz, ainda sem entender muito o porquê e achando um tanto estranho por continuar a mesma... Só com umas dúvidas a mais na cabeça e uma pilha de papel em espiral.
Minha filha só sai oficialmente do hospital para casa depois do dia 30 de novembro a tarde. É que essa é a data da banca. Até lá, fico na ansiedade do preparo da apresentação, releituras prevendo o que poderia ter sido melhor escrito ou aprofundado.
Mas depois de casa, ainda vai ter mais um momento para dar uma geral, melhorar o aspecto para só então, registrá-la em cartório enviando fotos dela para vários bancos de dados... Mas para isso, ainda há tempo... Novamente o tempo.
Ah! Lembrando de motivos para ficar feliz: aproximei-me de pessoas especiais; conheci outra espetaculares; mesmo com as dúvidas, tenho outras ideias a mais. E, o melhor de tudo, saudade da sala de aula!
O legal é que isso é um na item lista "branca" que tenho guardada. Tem um monte de coisas por lá... e tem umas que nem me animam mais... Posso até acrescentar outras. Sempre tem espaço. Só tem é que dar tempo.
Uma carinha sorridente escrevi ao lado da expressão "mestrado em educação" - não escrevi doutorado em educação, mas esse é no ano que vem! Mas daí, é outra história.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Documentário CRTL-V
Bom, já havia falado sobre esse documentário em outra postagem aqui no blog, e exatamente por isso, mesmo não morando em São Paulo, vale, e muito, a dica:
Dia: Segunda, 7 de novembro.
Horário: 20h30.
Local: o CineSesc, em São Paulo (Rua Augusta, 2075).
Dirigido por Leonardo Brant, o filme explora as relações de poder e efeitos da indústria audiovisual sobre as sociedades contemporâneas. Depois da exibição haverá debate com o diretor e os convidados: Massimo Canevacci, Newton Cannito e Valter Sales.
Dia: Segunda, 7 de novembro.
Horário: 20h30.
Local: o CineSesc, em São Paulo (Rua Augusta, 2075).
Dirigido por Leonardo Brant, o filme explora as relações de poder e efeitos da indústria audiovisual sobre as sociedades contemporâneas. Depois da exibição haverá debate com o diretor e os convidados: Massimo Canevacci, Newton Cannito e Valter Sales.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
A importância da arte e cultura na vida cotidiana e na economia
Um grande amigo enviou um e-mail maravilhoso... Claro que na hora fiquei tentada a compartilhar! Então, aqui vai!!!
Por Magno Mello
Nesses tempos em que o tema “educação” ocupa lugar de destaque nos discursos de correntes sociais e políticas, não consigo me lembrar de ter ouvido uma única vez a palavra “cultura” associada a esses discursos.
Mas porque a cultura seria tão importante? Somos um país que mal chegou à educação! Não deveríamos primeiro cuidar do mais básico para, aí sim, buscar outros graus de refinamento?
Minha resposta é NÃO! Definitivamente NÃO! Pelo simples fato que a educação, por si, não ensina a pensar.
Quando digo pensar, falo sobre o pensamento independente e individual, a sabedoria e, possivelmente, até mesmo sobre o conhecimento e não apenas a informação. Conhecer algo é tornar-se capaz de transformar, o que quer que seja, a partir desse conhecimento. E a educação, pelo menos como a conhecemos, não tem essa qualidade de ensinar a transformar, ensina apenas a proceder.
O que ensina a transformar, portanto, é a cultura, pois esta não é apenas construção, é também desconstrução. E é transformação permanente, o que não acontece com a educação, que tende a ser mais estática.
Claro que precisamos da educação, é a base, assim como precisamos da proteína e do amido. Mas sem vitaminas e sais minerais não há corpo que se sustente.
A cultura, e aí incluímos também a arte, nos instrumenta de conhecimentos múltiplos, de áreas diversas, e isso nos ajuda a cruzar informações, racionais, emocionais e sensoriais, a fim de obter o que existe de mais caro no mundo de hoje: idéias; e, especialmente, idéias originais. Num mundo em acelerada e irreversível transformação nada pode ser mais importante que o pensamento original.
Esse cruzamento de informações, por exemplo, nos faz antever; que ao pé da letra quer dizer “ver antes”. E enxergar mais rápido, claro, torna-nos mais competitivos. Simples assim.
Um dos maiores problemas do conhecimento atualmente é o que se chama de “obsolecimento”, ou seja, o conhecimento obsoleto, que é um grande depósito de lixo dentro de nossas cabeças e do megacérebro global – como diria Toffler - de informações ultrapassadas. Nunca, em nenhum momento da história, o volume de obsolecimento foi tão grande. E continua aumentando em proporções avassaladoras a cada dia.
Chegará o momento – se é que já não chegou – que o volume de conhecimento obsoleto será muito maior que o de conhecimento válido. E o que fazer com tanta informação perdida?
Acontece que são informações perdidas apenas no pensamento linear, que é pelo qual somos educados. No pensamento não-linear ou cultural, digamos assim, essas informações podem ser ressignificadas, reorganizadas, reestruturadas e recicladas a cada momento, tornando-se novamente idéias, não apenas válidas atualmente, mas com relação ao que está por vir, ao que ainda não foi pensado.
E não podemos deixar de nos perguntar neste momento: por que Steve Jobs conseguiu mudar o mundo com suas idéias? Certamente não foi por meio do pensamento linear.
O pensamento linear é limitado, assim como a educação sem cultura. O pensamento atual, portanto, não pode prescindir da razão aliada ao sentimento, à intuição e às múltiplas informações e sensações.
Uma última pergunta: o que faltou ao genial François Quesnay, que estendendo seus conhecimentos para áreas tão variadas quanto medicina, economia, línguas, agronomia e política, entre outras, não conseguiu – nada próximo, muito pelo contrário, apostou todas suas fichas num perpétuo modelo agrícola – prever a revolução industrial, apenas alguns anos antes dela eclodir?
E a última resposta: faltou-lhe arte!
E ainda tem gente que acha que matérias como música e filosofia jamais deveriam retornar ao currículo escolar, pois mal conseguimos ensinar a matemática.
Os tão bem adestrados economistas americanos e europeus que o digam.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Sitio do Pica Pau Amarelo em jogos
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| Desafio da Emília |
Para quem trabalha com as crianças bem pequenas ou até do ensino fundamental, estão valendo...
Daí, vale antes fazer contação de histórias, fazer desenhos ou mexer com massinhas - um pouco de arte -, vale passar filminho e discutir com eles. Depois, pra relaxar, ainda dá pra jogarem alguma coisa... Gostaria até de saber qual seria o preferido...
Esse da Emilia, particularmente, amei!!! Fiquei quebrando a cabeça aqui...rs... Bem indicado para desenvolvimento espacial, projeção de movimentos... Vale para a moçadinha de até uns 12 anos... Acho!
Consegui ir até a fase 12 e... Tive que parar... Minha dissertação de mestrado está na reta final e não dá pra ficar brincando... Triste, né?
Em um, o jogador como Narizinho ou Pedrinho vai enfrentando obstáculos pra resgatar a Dona Benta. Não tentei mais de duas telas... Muito Mario Bros pra minha cabeça...
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| Dona Benta em Apuros |
O do Rabicó... Ensina a separar o lixo para reciclagem. Só tentei a primeira fase... Acho fiquei muito tempo na Emilia...rs... Mas a ideia de separar o lixo é bem legal! Dá pra apresentar o jogo num discussão sobre reciclagem...
O Jogo do conselheiro é um jogo da forca... O que fica pendurado é um burro muito engraçado! Para jogar tem que saber das histórias, então, antes tem que ler ou ouvir sobre a turma do Sitio!
Se quiser baixar os jogos, parece que tem como no link:
http://www.techtudo.com.br/downloads/kit-especial-sitio-do-picapau-amarelo
Só que aí... vocês vão ter que testar, ok??
(Atualizado em 5/6/2014)
Nenhum dos links para os jogos estavam funcionando há vários meses, por isto os retirei. O link da Techtudo ainda é válido, não sei se são os mesmos jogos.
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